Juiz de Fora, à época denominada Manchester Mineira, respirava um ar de progresso e de vanguarda na indústria e na inovação tecnológica, convivendo com fervilhante atividade literária, em que se misturavam empreendedores pioneiros, poetas e contistas de formação diversa, com a presença na cidade de tradicionais educandários e austeros educadores. A imprensa rivalizava com a do Rio de Janeiro e articulistas de renome nacional assinavam artigos e colunas nos diários e periódicos de Juiz de Fora. A primeira indústria têxtil de Minas Gerais e a primeira hidrelétrica do País se instalaram na progressista cidade. O grupo fundador da Academia Mineira Letras, de imediato incorporando o adjetivo mineiro, ao invés da denominação municipalista, dava a dimensão ambiciosa e ao mesmo tempo magnânima dos seus altos objetivos: o culto, a defesa e a sustentação da pureza da língua e a produção intelectual na sua plenitude e variedade. Inicialmente, os doze idealizadores capitaneados por Machado Sobrinho e integrados por intelectuais do naipe de Belmiro Braga, Dilermando Cruz, Amanajós de Araújo e outros expoentes das letras, elegeram mais dezoito intelectuais espalhados por todo o Estado e representativos do que de melhor existia entre a elite acadêmica de Minas Gerais. Dentre os dezoito, destacavam-se Nelson de Senna, Alphonsus de Guimarães e Carlos Goes, além de outras influentes personalidades.

Tel.: 31 3222-5764

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Rua da Bahia, 1466 - Lourdes

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Informações úteis

Localização

Urbana

Pontos de referência

Esquina com a Rua dos Timbiras.

Horário de funcionamento

Horário de funcionamento

Tipo de visita

Auto-guiada

Entrada

Franca

Atividades realizadas

Valorização da língua portuguesa com história, palestras voltadas para a leitura destacando livros de diversos escritores, comentários sobre peças de teatro, assuntos que estão em alta no que se diz questão à literatura e sua ligação com outras áreas.

Acessibilidade