Já que Minas não tem mar, eu vou ‘pro’ bar

09/10/2015

Foto: Acervo Setur-MG / Sérgio Mourão



O título remete a uma frase muito utilizada pelos mineiros, uma brincadeira que em parte é verdade. Minas é um Estado que tem muitos bares e onde tudo é motivo para ir curtir uma cachacinha, uma cerveja gelada e um petisco mineiro. Belo Horizonte é conhecida como a ‘capital dos botecos’, apelido mais do que apropriado. Dizem por aí que a cidade tem em média quatro botecos por quarteirão, que variam desde os mais tradicionais, até os mais modernos, descolados e alternativos. O bom atendimento e pratos com nomes engraçados chamam a atenção da clientela. A disputa é grande e durante a semana inteira a maioria dos bares fica lotada de ‘cervejeiros e petisqueiros’, e vários deles detém um público cativo.



A fama do tira-gosto mineiro resultou na realização de festivais de culinária típica de botecos. O evento ultrapassou fronteiras e hoje é realizado em várias cidades do interior e em outros estados. Nos botecos de Minas Gerais você pode encontrar uma profusão de cheiros e sabores. Quando vier até aqui, não deixe de visitar um desses estabelecimentos, tão “a cara” de Minas.



Para facilitar o seu pedido, seguem algumas dicas de petiscos que você não pode deixar de experimentar:



- Costelinha de porco, coberta por ora-pro-nóbis, acompanhada com angu misturado com queijo do Serro.



- Rabada com batata



- Porção de torresmo de barriga



- Moela acebolada



- Fígado com jiló



- Bolinho de mandioca com calabresa e catupiri



- Caldo de feijão de corda, com carne seca e cachaça



- Canjiquinha com costelinha de porco



- Carne na cerveja artesanal preta



- Caviar da roça (chouriço)



- Costela de boi sem osso com mandioca frita



- Dobradinha com polenta



- Galopé



Gostou? Tem isso e muito mais para você se deliciar em Minas. Cada região tem a sua especialidade. Uma dica é sempre pedir o petisco da casa, pois nele você experimentará o mais típico sabor do lugar visitado. E, só de ser comida mineira a possibilidade de ser ‘bom demais’ é grande.



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