Belo Horizonte
Belo Horizonte uma – capital efervescente, é a terceira maior cidade do Brasil e a quarta mais rica, se destaca pela união do tradicional e do contemporâneo, da urbanização ordenada com a natureza exuberante e dos ares cosmopolitas com a hospitalidade mineira. Respira cultura, arte, boemia e gastronomia. Considerada a cidade com o maior número de bares da América Latina, onde sentar-se com amigos jogar conversa fora e deliciar-se com os já famosos e irresistíveis tira-gostos é um programa imperdível para o turista. Sem falar dos diversos festivais internacionais de música eletrônica, quadrinhos, teatro de bonecos, circo que encontraram em BH um cenário perfeito para se consagrarem.
O QUE VOCÊ NÃO PODE PERDER:
As curvas sinuosas projetadas por Oscar Niemeyer no Conjunto Arquitetônico da Pampulha é considerado um marco na arquitetura modernista, neste complexo o visitante encontrará a Igreja São Francisco de Assis com suas linhas curvas, é totalmente revestida por azulejos azuis e painéis que retratam a Via Sacra e a imagem de São Francisco de Assis. O Museu de Arte da Pampulha criado originalmente para ser um Cassino, o “Palácio de Cristal” viveu inesquecíveis noites de gala até a proibição do jogo no país em 1946. Depois de anos fechado reabriu como MAP. Hoje além de do acervo permanente de exposições de artistas do mundo inteiro, conta com salas de multimídia, bibliotecas, e café/bar. A Casa do Baile, as curvas da Casa acompanha a Lagoa da Pampulha, enquanto os jardins foram assinados pelo renomado paisagista Burle Marx. É sede do Centro de Referência e Urbanismo, Arquitetura e Design, que conta com eventos e exposições sobre o tema. O Mineirão o segundo maior estádio de futebol do país e palco de memoráveis embates faz o coração de qualquer torcedor bater mais forte.
Praça da Liberdade
Ela é o coração de Belo Horizonte e a síntese das composições arquitetônicas e paisagísticas que marcam a cidade. É cercada por edifícios históricos, famosos, como o Niemeyer, a Rainha da Sucata entre outros. Inspirada nos jardins do Palácio de Versalhes na França, a Praça da Liberdade é parada obrigatória para quem quer conhecer um pouquinho dos vários estilos da capital. É um convite para passeios ou caminhadas, encontros de amigos ou apenas admirar suas palmeiras imperiais, ipês e fontes luminosas.
Em breve, um interessante projeto do Governo Estadual irá transformar a Praça em um Circuito Cultural Praça da Liberdade as antigas sedes administrativas se tornaram verdadeiros espaços de conhecimento, arte cultura, ciência e entretenimento. Na qual restaura e dá novos usos aos prédios públicos que circundam a Praça da Liberdade, transformando-os em um riquíssimo conjunto de cultura e informação, composto de acervos históricos, artísticos e temáticos; centros culturais interativos; biblioteca e espaços para oficinas, cursos e ateliês abertos; além de planetário, cafeterias, restaurantes e lojas.
Conjunto Arquitetônico e Paisagístico da Praça da Estação
A Praça Rui Barbosa mais conhecida como Praça da Estação, é um dos principais espaços públicos de Belo Horizonte, a história está intimamente ligada à origem da capital mineira. Na praça está localizada a estação de trem, por onde chegaram os materiais para a construção da nova capital. A estátua de bronze “Monumento da Terra” que representa a conquista do território mineiro pelos entradistas, bandeirantes e pelos mártires mineiros. Uma visita no Museu de Artes e Ofícios é possível entender toda a riqueza e a evolução de várias profissões, possui mais de 2 mil peças dos séculos XVIII ao XX, o único museu da América Latina dedicado a este tema. Hoje é um dos principais espaços públicos da cidade para a realização de shows e eventos entre eles, o Arraial de Belô, uma das maiores festas juninas do país.
Um dos programas imperdíveis para quem visita Belo é o Mercado Central lá você encontra um pouco de Minas Gerais em cada cantinho. Uma mistura de sabores, cheiros e tradições em 14 mil m2 charmosamente distribuídos. Seus bares são regados à cerveja gelada e da delicias da culinária, estão sempre lotados. O Mercado Central é uma experiência inesquecível para todos os sentidos, onde se conhece de perto a cultura de Minas.
Serro
Serro muita história e deliciosos queijos. O queijo do Serro tornou se patrimônio imaterial de Minas Gerais. Na festa que acontece em agosto, no Parque de Exposições, com concurso leiteiro, shows e vaquejada, o queijo do Serro é a grande vedete. A cidade também é muito procurada pela beleza de sua paisagem, rodeada por montanhas.
O QUE VOCÊ NÃO PODE PERDER:
Uma experiência cultural espetacular a Festa do Rosário é uma mistura de religiosidade e folclore. Ao lado das novenas, missas e procissões, a cidade é tomada por um conjunto de danças com figurino colorido, coreografias e música. Acontece no primeiro fim de semana de julho e se divide em três fases: primeiro, o mistério, que é a principal característica da fé e do folclore, depois, a expectativa e, finalmente a alegria.
A igrejas Matriz de Nossa Senhora da Conceição de 1713, e o preservado casario, colonial, altar-mor entalhado e sacrário feito pela única peça de cedro e a Igreja de Santa Rita localizada no ponto mais alto do centro histórico, o acesso é feito por uma escada de 58 degraus. O visitante não pode deixar de visitar o Pico do Itambé, Também chamado de “teto do sertão mineiro”, o Itambé é o ponto mais alto da Serra do Espinhaço. Para a subida, são de quatro a cinco horas de caminhada por trilhas tranquilas, porém emocionantes, com possibilidade de retorno no mesmo dia (para os mais acostumados às caminhadas), ou de pernoite pelo caminho ou no cume.
Diamantina
Diamantina é um espetáculo para os olhos, ouvidos, paladar, enfim, para todos os sentidos. Quem a visita fica deslumbrado com seu casario colonial de inspiração barroca, construções históricas, suas igrejas seculares, paisagem cênica e uma forte tradição religiosa, folclórica e musical, com suas serenatas e vesperatas que tocam no mais profundo da alma.
O QUE VOCÊ NÃO PODE PERDER:
A maior manifestação musical de Diamantina, a Vesperata e genuína e foi criada pelos artistas da cidade. Os músicos abraçam o cenário colonial de Diamantina, usando as sacadas dos casarões e as ruas como palco.
De propriedade da Igreja Católica no séc. XIX, a Casa da Gloria ficou famosa pelo passadiço de madeira que atravessa a Rua da Glória, ligando os dois prédios da construção. Para evitar que as donzelas que estudavam ali tivessem entre os prédios, foi construído um passadiço para barrar a paquera. Atualmente abriga o Centro de Geologia Eschwege, mantido em parceria com a UFMG, o Espaço Cultural e o Memorial Casa da Glória, o Centro de Referência em Cartografia Histórica e o Centro de Pesquisa e Aplicação do Turismo. A Casa De Chica da Silva vale a pena uma ida à residência dessa senhora de muitas faces. A escrava Chica da Silva conquistou o homem mais poderoso das Minas Gerais, o rico contratador os diamantes, João Fernandes de Oliveira, tendo com ele treze filhos. Ele comprou sua liberdade e a tornou rica. Um dos destaques do conjunto da casa é sua bela varanda lateral de influência mourisca.
Garimpo Real o único garimpo artesanal em funcionamento no Brasil, aberto ao público. O visitante poderá conhecer e vivenciar o processo do garimpo e as técnicas usadas para encontrar o diamante. E quem quiser pode até arriscar sua habilidade na garimpagem. Um dos cartões postais da cidade é uma ótima opção de passeio para os turistas nas manhãs de sábado o Mercado Municipal de Diamantina o visitante entra em contato direto com a cultura do Vale. É possível encontrar vários produtos fabricados na região, de excelente qualidade e com o charme artesanal.
Arquiteto
Ao longo de uma vida bastante intensa meus amigos mineiros - inúmeros, mas...


