Araxá é conhecida como a cidade mineira do Bem Estar, com a beleza natural e as termas da região da Estância do Barreiro. Uma bonita cidade que atrai pela história de Dona Beja, pela produção dos famosos doces mineiros e queijos e pela fabricação de cosméticos conhecidos em todo o Brasil.
Próxima de Araxá, a cidade de Sacramento – que significa “Verdade Sagrada” – está localizada no sudoeste de Minas Gerais, berço da região do Triângulo Mineiro e Alto Paranaíba. Nascida com o desbravamento do antigo sertão pelos bandeirantes, possui vocação intelectual e é pólo de espiritualidade. Onde se encontra a fé, podem ser encontradas também as tradições mineiras e a natureza privilegiada, com rios, cachoeiras, serras e a biodiversidade do cerrado.
Uma parada obrigatória para visita é a Estância do Barreiro, local das famosas Termas de Araxá, onde o turista pode aproveitar os benefícios de águas e lamas com propriedades terapêuticas. As opções de atividades que proporcionam o bem-estar são variadas, com opções para relaxamento e estética voltadas para o corpo e a mente. Banhos, massagens, estética corporal e facial, além de terapias orientais e reenergização compõem o cardápio de tratamentos relaxantes.
Na cidade de Araxá vale conferir a história da famosa Dona Beja no Museu Histórico de Araxá de Dona Beja. O casarão onde teria morado Anna Jacintha de São José – a famosa “Dona Beja” – abriga atualmente o museu que leva o seu nome, com exposição de telas, loja de artesanato, acervo de mobiliário, porcelanas e diversos objetos originais dos séculos XVIII, XIX e início do XX. Nesse espaço maravilhoso, cheio de histórias e “causos”, o visitante pode degustar quitandas que representam os costumes locais, além de vivenciar um pouco da história da região.
Já em Sacramento, a terceira portaria do Parque Nacional da Serra da Canastra, localizado a 70 km da área urbana, o visitante pode observar cachoeiras, pequenos povoados e fazendas históricas. A Serra da Canastra é o lugar ideal para a prática de observação de pássaros e animais silvestres, pois o parque abriga espécies raras ameaçadas de extinção, como o tamanduá-bandeira, o lobo-guará, o veado-campeiro e o pato-mergulhão. Duas atrações imperdíveis são a nascente do Rio São Francisco, que brota de uma mata ciliar, e o cartão postal do parque, a Cachoeira da Casca D’anta com um queda de 186 metros e um paredão de 300 metros de altura, da qual sai a primeira queda do rio São Francisco.
Diretora artística
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