Turismo em Minas Gerais | Parque Estadual Mata do Limoeiro: roteiro para um fim de semana incrível

Parque Estadual Mata do Limoeiro: roteiro para um fim de semana incrível

Foto por: Limoeiro por Evandro Rodney
Atualizado em: 15/12/2020

Parque Estadual Mata do Limoeiro: roteiro para um fim de semana incrível

 

 Um refúgio da natureza a duas horas de Belo Horizonte 

 

Já pensou em unir em um mesmo roteiro uma caminhada em meio à mata fechada, um passeio de bike por trilhas entre a vegetação nativa e um belo banho de cachoeira?

Todas essas opções são plenamente possíveis, juntas ou separadas, em um refúgio da natureza fora do ritmo acelerado da metrópole a duas horas de Belo Horizonte, encravado na Serra do Espinhaço

Se você ainda não conhece o Parque Estadual Mata do Limoeiro, que fica em Ipoema, distrito de Itabira, na região central de Minas Gerais, está na hora de pegar o calendário e começar a planejar sua próxima viagem.

Mas não se preocupe: se você é uma pessoa com pouco tempo livre para esse tipo de passeio, um fim de semana já é suficiente para começar a conhecer a unidade, que está a 100 quilômetros da capital mineira.

O Parque do Limoeiro tem área de 20 km² e é uma excelente opção para relaxar sem precisar se afastar demais de Belo Horizonte, que é a maior cidade mais próxima.

 

Roteiro para um fim de semana:

Sexta-feira: Ipoema

 

Uma opção bem possível é sair da capital na sexta-feira depois do expediente e dormir em uma das pousadas de Ipoema.

Aproveite para conhecer a praça do distrito, que abriga a Igreja Matriz de Nossa Senhora da Conceição e o Museu do Tropeiro.

 

Sábado: Parque Estadual Mata do Limoeiro

 

No sábado, a ideia é acordar bem cedo e partir rumo ao parque, que fica a 5 quilômetros da praça de Ipoema. No acesso à unidade os visitantes pagam uma entrada de R$ 12, com meia entrada para estudantes. Idosos acima de 60 anos podem entrar de graça.

Se quiser ter uma experiência completa, recomendo que você esteja preparado para uma caminhada ou uma volta de bicicleta maior no chamado Circuito Limoeiro, que tem 8,3 quilômetros e grau de dificuldade médio.

Lembrando que se quiser andar de bike é importante levar sua própria bicicleta.

Percorrendo todo esse roteiro, você passará pelos acessos às cachoeiras do Derrubado, do Paredão e à Cascata do Limoeiro, ótimas opções para banho e relaxamento. O trajeto completo, entrando em cada uma das cachoeiras, significa um percurso de mais de 10 quilômetros.  

 

Se os trajetos mais longos não são a sua especialidade, não tem nenhum problema.

Essas três cachoeiras ficam a distâncias que variam entre 3,3 Km e 4,5 Km da sede administrativa do parque. A mais longa fica a uma hora de caminhada da sede. É perfeitamente possível ir até o parque apenas para curtir esses atrativos, sem a necessidade de fazer a volta completa. Vai da sua disposição!   

Se você estiver de bike, basta prender a bicicleta nos acessos com placas às cachoeiras e seguir caminhando da trilha principal até os atrativos. Uma vantagem desse roteiro é que as trilhas são muito bem sinalizadas, com placas indicando todos os caminhos.

Não deixe de visitar pelo menos uma das três cachoeiras. Vale cada minuto de tranquilidade em cada uma delas. Principalmente a água gelada na cabeça!

Uma dica importante é levar o lanche na mochila, pois você passará boa parte do dia fazendo esse circuito. 

Encerrando o sábado, hora de voltar para a pousada. O horário de funcionamento do parque vai de 8h às 16h.

A boa notícia é que você ainda pode aproveitar o domingo, seja para retornar ao parque para aproveitar mais das cachoeiras ou para curtir outros atrativos.

Domingo: Parque Estadual Mata do Limoeiro

A Gruta do Limoeiro é um abrigo para mamíferos de porte elevado e também local de habitação de morcegos. Quem tiver interesse pode chegar apenas até a entrada da gruta. Ela fica a 4,8 Km da sede do parque, perto das cachoeiras.  

Outro atrativo destinado a aguçar a percepção sensorial dentro do parque é a Trilha dos Sentidos. É um percurso de apenas 200 metros em que o visitante fica com os olhos vendados. O grande objetivo é estimular os sentidos das pessoas no contato com o meio ambiente. Casa muito bem em um momento de relaxamento no segundo dia de visita ao parque, por exemplo. Lembrando que essa trilha só é feita mediante agendamento com a equipe do parque.

O entorno do parque também conta com uma série de atrativos, como a Cachoeira do Patrocínio Amaro, a Cachoeira Alta, o Morro Redondo ou a Serra dos Alves.

No caso da Serra dos Alves, o ideal é deixar para conhecer em outra oportunidade, para ter mais tempo para curtir o vilarejo. (Leia também: Serra dos Alves: experimente nossa mineiridade!)

 

 Informações úteis:

 

 Acesso:

O acesso a Ipoema é feito pela BR-381, na saída para Governador Valadares. O motorista deve seguir até o trevo de Bom Jesus do Amparo, de onde segue para Ipoema. Como a BR-381 está em obras nesse trecho, é importante redobrar a atenção, principalmente no acesso a Bom Jesus. Boa viagem!

 

​​ Endereço:

Fazenda Santa Rosa, Distrito de Ipoema, Município de Itabira, Minas Gerais, CEP: 35.905-000.

 

Horário de funcionamento:

Todos os dias da semana de 8h às 17h

 

​​ Informações e agendamentos:

 alexoliveira@meioambiente.mg.gov.brparquemata.limoeiro@meioambiente.mg.gov.br

 (31) 3799-9292
 

 Valor do ingresso:

Entrada de R$ 12, com meia entrada para estudantes.

Idosos acima de 60 anos têm entrada gratuita.

 

 Protocolos de segurança:

O uso de máscaras é obrigatório.

Leve sua garrafinha de água e álcool em gel.

E claro, não viaje se estiver com algum sintoma de Covid-19 ou, ainda, caso tenha tido contato com alguém que comprovadamente tenha sido infectado.

 

 Seja um turista consciente

 

Gostou do conteúdo? Deixe sua reação no post e escreva nos comentários suas dicas de visitação ao Parque Estadual Mata do Limoeiro. Vamos adorar saber!

 

 Atenção: em virtude da pandemia do Covid-19, verifique com antecedência se o atrativo se encontra aberto para visitação.

Sobre o Autor

Guilherme Paranaiba

Jornalista apaixonado por Minas Gerais. Atua na Assessoria de Comunicação do Sisema e não perde a chance de conhecer novas cachoeiras.

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