Turismo em Minas Gerais | Piraquara

Picada de Goyáz

Rua Dr Zacarias, 772 - Centro
(37) 98818-0000 (37) 98818-0000

Descrição

O Caminho da Piraquara revive a histórica Picada de Goyáz em uma rota imperdível por Pitangui, Leandro Ferreira, Bom Despacho e Dores do Indaiá, unindo história colonial, fé devota, sabores autênticos e paisagens serenas do coração de Minas Gerais.


Essa jornada de 2 dias em carro SUV ou 4x4 começa em Pitangui com degustação no Alambique Santíssima (cachaça Bem Me Quer), passa pela espiritual Cidade da Fé em Leandro Ferreira (peregrinações e milagres), explora o museu ferroviário e locomotiva a vapor em Bom Despacho, e termina com patrimônio natural e descanso em Dores do Indaiá.

Ideal para grupos culturais ou famílias, oferece narrativas vivas, trilhas leves e imersão sensorial — mais que um passeio, uma conexão com a alma mineira.

Saída: Mensal

10 a 30 pessoas

Acessibilidade

mobilidade reduzida gestante idosos obsesos etc

Serviços disponibilizados

Para facilitar as atividades do roteiro Piraquara (Picada de Goyáz: Pitangui → Leandro Ferreira → Bom Despacho → Dores do Indaiá), a região oferece serviços de transporte, hospedagem, alimentação e guias locais, apoiados por secretarias de turismo municipais e estruturas históricas preservadas.

Duração: 2 dias

  • Dia 1

    O roteiro tem início pela lendária Picada de Goiás, saindo da sétima Capitania do Ouro de Minas Gerais — Pitangui. Partindo de lá, seguimos pelo antigo traçado das ferrovias que acompanhavam a histórica Picada de Goiás. O percurso liga Pitangui a Dores do Indaiá, revelando paisagens e memórias que se cruzam ao longo da linha férrea, enquanto o grupo revive o trajeto dos antigos bandeirantes, cruzando estradas de terra e localidades que guardam o encanto da vida rural. Em Leandro Ferreira, o passeio ganha um tom especial de religiosidade, com visita aos marcos do turismo de fé ligados ao Padre Libério. Seguindo viagem, a ferrovia acompanha a histórica Picada de Goiás durante todo o percurso. Em Bom Despacho, visitamos a bela Igreja de Nossa Senhora de Bom Despacho e seus vitrais e observamos a antiga locomotiva que percorria o trecho da linha férrea ligando Pitangui a Dores do Indaiá, retrato vivo de uma época em que o trem era símbolo de progresso e integração no sertão mineiro.
  • Dia 2

    No segundo dia, o contato com a natureza se intensifica. A visita ao Olho d’Água — uma nascente que alimenta o rio São Francisco — revela um ambiente de rara beleza, onde a água pura forma um verdadeiro berçário de peixes. O trajeto segue para a Fazenda Santa Fé, em Dores do Indaiá, local que preserva o charme da vida no campo e o acolhimento típico do interior de Minas, encerrando o passeio com uma confraternização em um alambique com piscina de água corrente.

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