Turismo em Minas Gerais | Cidades históricas mineiras: um mergulho na nossa história

Cidades históricas mineiras: um mergulho na nossa história

Foto por: Acervo Secult MG - Luiza Helena de Castro
Atualizado em: 27/10/2020

Cidades históricas mineiras: um mergulho na nossa história

Você já parou pra pensar o que torna especial cada cidade histórica mineira? Vem conhecer nossa riqueza cultural.

Minas recebe turistas do mundo todo em busca de uma trip cultural, querendo conhecer nosso rico patrimônio histórico. Mas e você aí, sabe o que torna nossas cidades históricas tão especiais?

Um passeio pelas ruas de uma cidade histórica mineira te permite mergulhar na história da humanidade. Mas sem um contexto mínimo, você provavelmente vai perder detalhes que encantam e tornam o passeio ainda mais interessante.  

As cidades históricas de Minas guardam curiosidades em cada ladeira 

Cá entre nós, cidades históricas têm um charme muito especial. Mas elas não são só um rostinho bonito, viu?

Elas guardam uma infinidade de tradições do período colonial, que se misturam com vestígios culturais de diferentes épocas. As cidades históricas estão vivas, possuem capítulos e personagens ainda em construção e que merecem ser desvendados de perto.

Vem descobrir algumas de nossas cidades históricas e surpreenda-se com as curiosidades que você certamente já ouviu falar em salas de aula.

1. Congonhas

Distância de BH: cerca de 90 km

Patrimônio Cultural da Humanidade (UNESCO)

O Santuário de Bom Jesus do Matosinhos é considerado uma das obras-primas do barroco mundial. O trabalho entregue em 1805 é formado por 12 esculturas dos profetas em pedra sabão, 6 capelas que representam os passos da Paixão de Cristo, compostas por 66 esculturas em madeira, além da Igreja do Bom Jesus em estilo rococó. Assinam os grandes artistas do período colonial Aleijadinho e Manoel da Costa Athaíde.

Origem do nome

O nome da cidade vem do tupi-guarani, é uma erva.

Origem do Santuário de Bom Jesus do Matosinhos

O santuário surgiu de uma promessa a Bom Jesus do Matosinhos do minerador Feliciano Mendes. Após se curar de uma doença, pagou a promessa custeando sua construção.

1º Museu de sítio do Brasil

O Museu de Congonhas é um dos mais interessantes museus do estado, sua construção contemporânea abriga grande acervo que a reafirma a relevância do Patrimônio Cultural da Humanidade Santuário de Bom Jesus do Matosinhos.

O espaço é dedicado a preservar a memória deste importante sítio, considerado um dos principais trabalhos de Aleijadinho, um dos maiores artistas de sua época.

Pontos turísticos culturais imperdíveis: Santuário de Bom Jesus do Matosinhos, Igreja Matriz de Nossa Senhora da Conceição, Museu de Congonhas, Ladeira histórica.

Clique aqui, busque por Congonhas e conheça os receptivos turísticos que podem te levar para conhecer a cidade.

2. Diamantina

Distância de BH: cerca de 300 km

Patrimônio Cultural da Humanidade (UNESCO)

O centro histórico de Diamantina recebeu o título de Patrimônio Cultural da Humanidade pela Unesco em reconhecimento a importância e beleza do seu traçado urbano e padrão arquitetônico que, por sinal, muito bem convivem na encosta da Serra dos Cristais, uma moldura perfeita.

Origem do nome

Os diamantes da região deram origem ao nome da cidade, os primeiros bandeirantes chegaram em 1713, mas a região só começou a ser povoada mesmo por volta de 1722, com o nome inicial de Arraial do Tijuco. Tijuco era o nome do córrego que passava ali.

Maior centro de extração de diamantes do mundo no século 18

O arraial viveu tempos de grande prosperidade em razão da quantidade de diamantes que ali eram encontrados. Bem no início do século 19 o Arraial do Tijuco já competia em tamanho com Vila Rica (Ouro Preto), a capital na época.

Cidade musical de Minas

Diamantina se tornou a cidade musical de Minas. Ela sedia um dos mais tradicionais e emocionantes espetáculos de música do país, a Vesperata – leia mais sobre este evento clicando aqui.

Diamantina oferece ainda concertos na Igreja Nossa Senhora do Carmo com o órgão histórico Almeida e Silva/ Lobo de Mesquita. O instrumento foi inteiramente construído no Brasil durante o século 18, sendo financiado por Chica da Silva e Padre Rolim.

A lendária Chica da Silva e a fachada invertida da Igreja de Nossa Senhora do Carmo

Chica da Silva foi uma escrava negra alforriada pelo contratador João Fernandes de Oliveira. Os dois se tornaram um casal, tiveram filhos. A partir de sua alforria, ela viveu uma vida de ostentação, buscando reproduzir a vida social de senhoras ricas de sua época.  Ergueu uma igreja que pudesse frequentar, a Igreja de Nossa Senhora do Carmo, com um detalhe que a torna diferente.

Naquela época, a Ordem Terceira do Carmo não admitia a entrada de negros além da torre sineira, que normalmente fica bem na entrada da igreja. Por isso, a construção da igreja foi invertida, com a torre sineira nos fundos, para que Chica pudesse ter livre acesso.  

Personalidades da cidade

O ex-presidente do Brasil Juscelino Kubistchek nasceu em Diamantina (1956-1961). É possível visitar a modesta casa de sua infância, construída a pau a pique, além de fotografias e objetos significativos a Kubistchek.

Garimpo artesanal aberto a visitação

Diamantina possui um garimpo artesanal aberto a visitação. Você tem a possibilidade de vivenciar o processo do garimpo, conhecer as técnicas para busca de diamantes, manuseio de bateias e peneiras, conversar, ouvir histórias e “causos” de garimpeiros.

Pontos turísticos culturais imperdíveis: Casa da Glória, Igreja Nossa Senhora do Carmo, Casa da Chica da Silva, Casa de Juscelino Kubitschek, Garimpo Real, Mercado Velho, Igreja São Francisco de Assis, Catedral Metropolitana de Diamantina, Museu do Diamante

Clique aqui, busque por Diamantina e conheça os receptivos turísticos que podem te levar para conhecer a cidade.

3. Mariana

Distância de BH: cerca de 115 km

 

 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 

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1ª vila e 1ª capital de Minas Gerais

A história de Mariana se mistura à história de Minas Gerais. Mariana foi criada a partir de expedições de bandeirantes em busca de ouro e em 16 de julho de 1696 e se tornou a primeira capital do estado.

Origem do nome

O nome da cidade é uma homenagem a D. Maria Ana D'Áustria, mulher de D. João 5º, rei de Portugal.

Personalidades da cidade

Mariana foi berço do mestre Manoel da Costa Athaíde, responsável por importantes obras do barroco mineiro, espalhadas por várias cidades setecentistas no estado.

O poeta e inconfidente Cláudio Manuel da Costa também foi um dos cidadãos marianenses.

1º Centro educacional do estado

Mariana foi sede do primeiro bispado de Minas Gerais, com a construção do Seminário Menor (entre 1750-1790), considerado o primeiro centro educacional do estado.

Abriga o único órgão Arp Schnitger fora da Europa

A Catedral de Nossa Senhora de Assunção abriga o único exemplar do órgão Arp Schnitger fora da Europa. Existem apenas 30 no mundo. O de Mariana data de 1701, foi construído na Alemanha e chegou à cidade em 1753, como presente da coroa portuguesa.

Palco da disputa entre duas irmandades

A Praça Minas Gerais abriga um fato considerado bastante raro na arquitetura religiosa: a construção de duas igrejas lado a lado. A formação deste conjunto arquitetônico ímpar se deu pela disputa entre as irmandades de São Francisco de Assis e Nossa Senhora do Carmo. Curioso, não?

Da rivalidade religiosa nasceu este centro histórico incrível, com obras de grandes artistas da época, como Manoel da Costa Athaíde, José Meireles Pinto, Francisco Xavier Carneiro, Francisco Vieira Servas, dentre outros.

Pontos turísticos culturais imperdíveis: Praça Minas Gerais, Igreja Nossa Senhora do Carmo, Igreja São Francisco de Assis (visitação externa), Igreja São Pedro dos Clérigos, Museu Casa de Alphonsus de Guimaraens, passeio de trem entre Mariana e Ouro Preto.

Não deixe de visitar ainda a Mina de ouro da Passagem.

Clique aqui, busque por Mariana e conheça os receptivos turísticos que podem te levar para conhecer a cidade.

4. Ouro Preto

Distância de BH: cerca de 100 km de BH

Patrimônio Cultural da Humanidade (UNESCO)

Seu acervo arquitetônico e artístico possui tanta importância para a humanidade que Ouro Preto que foi a primeira cidade brasileira a receber o título de Patrimônio Cultural da Humanidade (Unesco,1980).

Ouro Preto guarda uma infinidade de surpresas, principalmente se você se interessar por história da arte. Grandes artistas do período colonial possuem relevantes obras espalhadas pela cidade: Manoel da Costa Athaíde e Antônio Francisco Lisboa, o Aleijadinho. Sim, a dobradinha dos dois aí outra vez.

Origem do nome

O primeiro nome da cidade foi Vila Rica de Albuquerque (1711). Tornou-se Ouro Preto pela aparência do ouro descoberto na região pelas expedições de bandeirantes.

Palco da Inconfidência Mineira

A Inconfidência Mineira foi um movimento de contestação à cobrança abusiva de impostos de Portugal sobre o ouro extraído na colônia, além de buscarem a independência do Brasil.

O movimento foi descoberto em 1789 e, em 21 de abril de 1792, o maior representante do movimento, Tiradentes, foi enforcado e esquartejado como símbolo de repressão da Coroa ao movimento.

A Praça Tiradentes representa esse marco da história do Brasil, homenageia com uma estátua o local que registrou a morte de Tiradentes, que passou a ser reconhecido como um herói, ícone da liberdade e independência do Brasil.

400 kg de ouro e prata em uma única igreja

A ostentação do barroco fica muito evidente na Basílica Menor de Nossa Senhora do Pilar. Estima-se que a igreja tenha sido decorada com mais de 400 kg de ouro e de prata em pó.

2ª Capital de Minas Gerais

Ainda Vila Rica, a cidade se tornou capital de Minas (1721), permanecendo até 1897, quando BH assumiu essa função.

O tradicional e revolucionário Teatro Municipal

O Teatro Municipal de Ouro Preto (1769) é considerado o teatro em funcionamento mais antigo das Américas. Não bastasse este fato, a casa revolucionou a sociedade da época, ao admitir a inclusão de mulheres em seu palco.

Pontos turísticos culturais imperdíveis: Museu da Inconfidência, Igreja São Francisco de Assis, Basílica Nossa Senhora do Pilar, Casa dos Contos, Museu Casa Guignard, Feira de Pedra Sabão, Teatro Municipal de Ouro Preto, Museu Casa dos Inconfidentes,

Não perca ainda a visita a: Mina do Chico Rei, Mina Santa Rita, Mina Felipe dos Santos.

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5. Sabará

Distância de BH: cerca de 19 km  

Origem do nome

Sua primeira vila foi fundada em 1711, chamava Vila Real de Nossa Senhora da Conceição de Sabarabuçu, palavra esta que tem origem indígena e significa pedra reluzente grande.

Grande produtora de ouro

Sabará foi uma das maiores regiões produtoras de ouro à Cora Portuguesa e, em razão deste fato, recebeu o nobre título de Fidelíssima de D. Pedro I.

Visita de D. Pedro II ao Teatro Municipal de Sabará

A cidade histórica mais próxima de BH já recebeu a visita de D. Pedro II, em 1831, quando esteve no Teatro Municipal de Sabará.

Palco de festivais gastronômicos

A gastronomia de Sabará é muito rica e é uma tradição da cidade anualmente celebrar e valorizar toda essa riqueza em dois momentos no ano: Festival da Jabuticaba e o Festival do Ora-pro-nóbis. Os dois são imperdíveis!

Pontos turísticos culturais imperdíveis: Capela Nossa Senhora do Ó, Teatro Municipal de Sabará, Chafariz do Rosário, Igreja Matriz de Nossa Senhora da Conceição, Museu de Artes Sacras, Igreja de Nossa Senhora do Rosário, Chafariz do Kaquende.

Clique aqui, busque por Sabará e conheça os receptivos turísticos que podem te levar para conhecer a cidade.

6. São João del Rei

Distância de BH: cerca de 190 km

 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 

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Origem do nome

O povoado se iniciou com o nome de Arraial Novo do Rio das Mortes (1704) e, em homenagem a D. João 5º, de Portugal, em 1713 se tornou São João del Rei.

Maior cidade setecentista mineira

Ao longo desses mais de três séculos de existência a cidade de São João Del Rei cresceu e se tornou, em habitantes, a maior cidade histórica de Minas.

Terra onde os sinos falam

A cidade mantém a tradição do badalar dos sinos para avisar a comunidade sobre os acontecimentos importantes, como a celebração de missas, se alguém faleceu, se era homem ou mulher, se haverá procissão, e por aí vai. Por isso, quem visita a cidade de São João del Rei em algum momento se depara com o toque de um dos mais de 50 sinos de suas igrejas. Cada um, com seu toque e sua história, faz parte da cultura religiosa e musical da cidade.

Lendas São Joanenses

Como toda cidade, São João Del Rei possui suas lendas urbanas. O interessante é que todas essas lendas e causos são encenados em eventos realizados mensalmente em um passeio cultural noturno bem interessante. Atores locais se fantasiam e revivem as principais lendas da cidade aos corajosos que se interessam em ver esse espetáculo, que tem como cenário as ruas centenárias da cidade.

Palco da Guerra dos Emboabas

Você já deve ter ouvido falar da Guerra dos Emboabas lá na época da escola, lembra de algo vagamente? Não, né, tudo bem.

Pra refrescar sua memória, entre 1707 e 1709 aconteceram vários conflitos armados em cidades mineradoras, todo mundo queria ter o direito de explorar as minas de ouro encontradas por aqui. De um lado estavam bandeirantes paulistas e, de outro, aventureiros vindos de todas as partes, chamados de emboabas.

Os estrangeiros venceram o conflito, a Coroa Portuguesa interveio na região e teve como resultado a criação da Capitania das Minas do Ouro (conhece?) e também de impostos à Coroa, além do povoamento do interior do Brasil em busca de ouro em outros locais.

Personalidades da cidade

Alvarenga Peixoto e Bárbara Heliodora formaram um casal de poetas que nasceu na cidade. Alvarenga Peixoto foi um dos representantes do arcadismo mineiro, estilo literário do século 18, também participou da Inconfidência Mineira.

Tancredo Neves também nasceu em São João Del Rei. Embora não tenha tomado posse, ele foi eleito presidente do Brasil, mas em razão de uma doença não chegou a assumir o cargo.

Pontos turísticos culturais imperdíveis: Igreja de São Francisco de Assis, Museu de Arte Sacra, Museu Ferroviário, Capela do Bonfim, Memorial Tancredo Neves, Capela Santo Antônio,  Museu da Bárbara Heliodora, Igreja Nossa Senhora do Carmo, Catedral Nossa Senhora do Pilar.

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7. Tiradentes

Distância de BH: cerca de 200 km

Origem do nome

Iniciada em 1702 com o nome de Santo Antônio do Rio das Mortes, após a proclamação da república foi renomeada em 1889 homenageando o inconfidente Tiradentes que ali nasceu.

Órgão secular

A Matriz de Santo Antônio abriga um dos 3 órgãos seculares presentes em Minas Gerais. O instrumento de tubo de Tiradentes veio de Portugal e foi inaugurado em 1788. Até o ano de 2019 eram ofertados concertos semanais neste instrumento.

Produções audiovisuais

“Hilda Furacão”, “Memorial de Maria Moura” e “O Menino Maluquinho” foram produções audiovisuais que usaram os cenários de Tiradentes para suas tramas.

Além disso, Tiradentes sedia um importante e tradicional festival do audiovisual que atrai interessados no tema de todo o país, a Mostra de Cinema de Tiradentes.

Referência gastronômica

Tiradentes é referência nacional em gastronomia, seja falando das mais tradicionais receitas ou da alta gastronomia. A cidade sedia um dos mais importantes festivais gastronômicos do país, o Festival Cultura e Gastronomia de Tiradentes.  

Pontos turísticos culturais imperdíveis: Matriz de Santo Antônio, Igreja de Nossa Senhora do Rosário dos Pretos, Chafariz de São José, Capela dos Passos, Largo das Forras, Museu da Moto, Museu da Liturgia.

Não perca ainda a travessia da Serra de São José.

Clique aqui, busque por Tiradentes e conheça os receptivos turísticos que podem te levar para conhecer a cidade.

8. Serro

Distância de BH: cerca de 330 km

 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 

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Origem do nome

O povoado de Serro Frio teve seu início em 1702, esse nome é a tradução de como os indígenas chamavam a região. Mais tarde ganhou diferentes nomes até se tornar apenas Serro.

Personalidades da cidade

O jornalista e político Teófilo Benedito Ottoni nasceu em Serro e foi responsável pela primeira edição do jornal Sentinela do Serro, que fazia oposição ao governo imperial.

Patrimônio imaterial do Brasil

O modo de fazer os queijos do Serro foi o 1º bem tombado como Patrimônio Cultural Imaterial em Minas em 2002. Em 2008 se tornou Patrimônio Cultural Imaterial do Brasil. O queijo do Serro só pode ser produzido nessa região, uma vez que o sabor depende do modo de fazer e também de fatores ambientais que só existem ali. Vale a pena aproveitar a viagem pra saborear essa delícia!

Pontos turísticos culturais imperdíveis: Igreja do Carmo, Capela do Rosário, Casa dos Ottoni, Igreja Matriz, Igreja de Santa Rita.

Clique aqui, busque por Serro e conheça os receptivos turísticos que podem te levar para conhecer a cidade.

E aí, deu vontade de conhecer mais dessas curiosidades de perto? Entender da nossa história assim fica até fácil, pode admitir.

Tire um final de semana, escolha uma ou duas cidades e se surpreenda com esse estado que tem história e cultura demais pra contar e compartilhar. 

Ah, sempre que possível, contrate uma visita guiada, ela muda totalmente a forma que você vai experimentar a cidade. Esses profissionais oferecem roteiros cuidadosamente pensados e contribuem para te mostrar lugares especiais e curiosidades sobre fatos históricos, e isso torna sua visita ainda mais incrível e única, acredite.

Saiba como ser um turista consciente e viaje por Minas clicando aqui.

 

Sobre o Autor

Júnia Gontijo Cândido

Turismóloga, apaixonada por livros, séries, rock'n'roll e vida ao ar livre (não necessariamente nessa ordem). Atua na Diretoria de Promoção e Mkt Turístico.

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