Turismo em Minas Gerais | Travessia Rio Preto x Pico do Itambé

Montanero Expedições

Rua Barbosa de Resende, 142 - Grajaú
(31) 99107-5305 (31) 99107-5305

Descrição

Uma travessia que une dois parques estaduais de Minas de grande relevância histórica e estratégicos na preservação do bioma cerrado em pleno coração da Serra do Espinhaço. Os vilarejos na região surgiram durante as buscas pelo diamante em tempos do Brasil colônia. De um lado o Parque Estadual do Rio Preto, cujo rio que dá nome à Unidade se destaca pelas águas escuras em contraste com as praias fluviais de areias brancas, formando cachoeiras, piscinas naturais, corredeiras, sumidouros e cânions. De outro o Parque Estadual do Pico do Itambé, de relevo acidentado onde se destaca o próprio Pico do Itambé, emergindo a 2.052m de altitude, afamado como o teto do sertão mineiro. E para enfrentar essa jornada com o forte calor típico do Vale do Jequitinhonha faremos uso de mulas cargueiras, dos abrigos de apoio dos parques e da casa de nativos. Um trekking para quem busca novas experiências, novos territórios e com certeza, memórias de um jeito simples de viver a vida nas Gerais.

Saída: Diária

4 a 8 pessoas

Serviços disponibilizados

# Taxas de entrada no Parque Estadual do Rio Preto # 3 pernoites em acampamento # Transfer Belo Horizonte x Parque Estadual do Rio Preto # Transfer Capivari x Belo Horizonte # Alimentação integral na montanha (café, lanche de trilha e jantar quente) # Barracas duplas para pernoite # Tralhas de Cozinha # Guias Montanero # Equipamentos de segurança # Quarto em pousada para banho no final da expedição # Seguro contra Acidentes Pessoais # Rastreamento via satélite SPOTGen3

Duração: 4 dias

  • Dia 1

    Saída de Belo Horizonte em transporte fretado às 9h da manhã (em local a combinar) para o município de São Gonçalo do Rio Preto e depois para a sede do Parque Estadual do Rio Preto, a 350km de BH, 5h de deslocamento aproximadamente. Chegada no Parque, passagem pelo Centro de Visitantes e opção de caminhadas curtas no entorno da sede para banho de rio. Jantar e pernoite em áreas de camping do PERP.
  • Dia 2

    O dia começa com um café da manhã servido à beira do rio. Em seguida despachamos a carga pesada com a tropa de mulas cargueiras e pegamos uma trilha de 6km em ascensão moderada até a Cachoeira do Crioulo, cartão postal do parque. Parada para banho e descanso para enfrentar a subida do Morro do Alecrim, com diversos pontos de água potável, por mais 11km até chegar na Casa do Mozart, nome de um antigo morador dos campos altos do parque e que hoje serve de apoio aos brigadistas, funcionários do parque e montanhistas. Pelo caminho mirantes para a formação geológica do parque e contato direto com diversas espécies da flora local, com destaque para o monjolo, pau pereira, candeia, sucupira, pau d'óleo, peroba, ipê, araticum, carvalho e várias espécies de sempre-vivas. Nosso pernoite é acampado e usamos a Casa de Mozart para preparar as refeições e uso de banheiro, tudo muito simples e autêntico.
  • Dia 3

    Após café da manhã, nossas cargas seguem aos cuidados do Seu Santo, nosso próximo anfitrião que faz questão dele mesmo fazer o transporte nas cangalhas de sua tropa de muares. Os primeiros 5km ainda são uma subida até o topo do Chapadão dos Couto, para então seguir a maior parte do dia perdendo altitude, por aproximadamente 15km, passando por moradias de antigos quilombos, isolados pela geografia acidentada do lugar. A chegada é na Casa do Seu Santo, a beira do Córrego da Serra da Bicha, ideal para um banho de piscina natural. Acampamento e jantar quente a beira do fogão a lenha.
  • Dia 4

    Alvorada bem cedo para cumprir a última missão da travessia, a conquista do Pico do Itambé. Seguimos por 6km com pequeno ganho de elevação até a porteira que dá acesso à face leste do cume. Neste ponto partimos em marcha apenas com água e repositores energéticos para um bate e volta (4km no total) até o topo do sertão mineiro. Do alto do Pico do Itambé é possível avistar toda a imensidão da região ocupada por pequenos povoados que surgiram por causa do Caminho dos Diamantes. Tanto a subida quanto a descida, apesar de curtas, são bastante técnicas, íngremes, exigindo bastante cuidado e desenvoltura de todos. De volta à base do cume, seguimos dessa vez de carro até o histórico vilarejo de Capivari, no município do Serro, onde teremos um almoço caseiro, banho e roupa limpa para seguir viagem de volta. Previsão de chegada em Belo Horizonte às 20 horas.